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Nissan imagina Juke para competir no Rali Safari

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Um Juke para os ralis de África estará longe de algum dia ser uma realidade, mas a Nissan decidiu homenagear o 50º aniversário do triunfo do Datsun 240Z no Rali Safari, em África, criando esboços de como seria a versão do SUV para competição de ralis ao mais alto nível. A divulgação das imagens do Juke Rally Tribute Concept coincidem com o regresso daquela prova ao calendário do Mundial de Ralis (WRC).

O Juke de produção em série serviu como ponto de partida para esta ideia conceptual, valendo-se das suas extremidades curtas e do desenho arrojado, acentuado pelas cavas das rodas alargadas para pneus de todo-o-terreno por medida, dispondo ainda de luzes adicionais no capot e no tejadilho.

O capot e as jantes pintadas de preto servem de tributo também ao modelo que em 1971 competiu e venceu no Rali Safari – então com a denominação East African Rally.

Numa espécie de ciclo de aproveitamento de influências, essa mesmas linhas já haviam sido reinterpretadas para o Gripz Concept, protótipo revelado no Salão de Frankfurt de 2015, que apontou para as linhas do atual Juke, lançado no final de 2019.

Porém, uma mudança substancial neste modelo seria uma motorização híbrida para maior sustentabilidade em linha com os preceitos atuais da Nissan, num contraste evidente com a mecânica usada pelo 240Z de 1971, que tinha com um motor 2.4 de seis cilindros em linha com 210 CV de potência máxima e tração traseira.

Foi esse mesmo modelo, conduzido por Edgar Herrmann, venceu a prova africana, repetindo o feito do ano anterior, então com um Datsun 1600 SSS. O carro vitorioso foi restaurado pela Nissan em 2013 e está agora no museu da marca em Zama, perto da sede na prefeitura de Kanagawa.