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8 carros mais prováveis de serem multados por excesso de velocidade

FIAT PUNTO HGT A Fiat tinha substituído o motor 1.4 turbo pelo 1.8 atmosférico, mas os 136 cv continuavam a ser bons para acelerar pela estrada fora, e o motor tinha uma boa progressão para acelerar até aos 200 km/h.
HYUNDAI COUPÉ O mais fácil de comprar era o motor 1.6, que era mais para mandar estilo do que para andar depressa, mas quem teve sorte de comprar o 2.0 de 143 cv ou, melhor ainda, o 2.7 V6 com 167 cv, sabia que tinha nas mãos um modelo capaz de acelerar depressa à saída das curvas.
FORD PUMA Derivado do Fiesta, um dos carros preferidos dos portugueses, este pequeno coupé contava com motores 1.4 e 1.7 16V, este último com 125 cv, cujo controlo de tração dava mais confiança a quem gostava de experimentar o carro nos limites em curva.
HONDA CIVIC CR-X Versão coupé do Civic, este modelo ganhou grande fama graças à versão VTEC, que na primeira geração conseguia extrair 150 cv de um motor 1.6 atmosférico, mas que só dava "pica" entre as 6000 e 7000 rpm. Ainda hoje é um preferido da malta que gosta de acelerar em auto-estrada, mas cada vez mais difícil de encontrar em bom estado.
RENAULT CLIO RS Depois dos 150 cv do Clio Williams, a segunda geração do Clio foi a primeira a estrear a marca Renault Sport. O Clio RS contava com uns impressionantes 172 cv, pelo que, como era mais leve, chegava e bem para lutar contra carros maiores, até porque só parava de acelerar aos 200 km/h.
SEAT LEON CUPRA O primeiro Cupra só ficava numa cor: amarelo. E tinha a vantagem de se disfarçar entre os Leon mais "civilizados", pois o carro espanhol já tinha um visual desportivo. Mas para quem tinha um verdadeiro, já sabia que o motor 1.8 turbo de 180 cv era quase imbatível em arranques, recuperações desde baixa velocidade e acelerações.
OPEL TIGRA Baseado no Corsa de segunda geração, este carro ainda tem uma legião de fãs, até porque a Opel chegou a homologá-lo como comercial para baixar o preço, tirando os lugares traseiros. O motor 1.4 era fraco para o peso elevado, mas o 1.6 do Corsa GSi, com 106 cv, era suficiente para as encomendas, cada vez que era preciso puxar pelo acelerador.
CITROEN SAXO CUP Se o AX GTi foi "revolucionário" para uma geração, como dizia o anúncio, o Saxo Cup foi o carro preferido da geração seguinte. O seu motor 1.6 16V de 120 cv era mais do que suficiente para aproveitar o baixo peso do modelo francês, que era dos pequenos desportivos mais fáceis de adquirir em Portugal.

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Hoje em dia, há muitas oportunidades para um automóvel ser multado por excesso de velocidade. Várias auto-estradas por todo o país já têm câmaras apontadas para capturar o momento em que alguém excede os 120 km/h além da margem de erro permitida por lei.

E tanto nas auto-estradas como nas estradas, vai ver muitos carros das forças policiais, tanto parados como em movimento, facilmente identificáveis ou descaracterizados, a apanhar os condutores mais entusiasmados e incautos a fazer algo que não deviam, que são prontamente identificados e multados.

Embora os agentes da autoridade não descriminem os condutores que vão ser multados por excesso de velocidade (e que correm até o risco de ficar sem carta, dependendo do excesso praticado), existem sempre alguns carros que atraem mais a atenção das forças de controlo de trânsito. São modelos facilmente identificáveis como desportivos, que têm uma velocidade máxima que vai além do permitido por lei. Também é inevitável ouvir o ronco do motor, que mesmo em velocidades normais já puxa pela adrenalina e põe à prova o autocontrolo do condutor.

Alguns destes automóveis são “perseguidos” pelas autoridades há anos, tendo ficado associados, justa ou injustamente, à cultura das corridas ilegais, do tuning ou simplesmente do desrespeito pela lei (“desde que não haja mais ninguém na estrada, nem ninguém a olhar”, diriam alguns). Mostramos aqui alguns dos automóveis que foram os preferidos de uma geração quando era jovem, entre os anos 90 e a primeira década do novo milénio. Muitos são do tempo em que 100, 120 ou 150 cv ainda era considerada uma potência eletrizante para um desportivo.