Publicidade Continue a leitura a seguir

Cinco maneiras inusitadas de vender automóveis

Em 1996, a General Motors lançou o seu primeiro veículo elétrico, o EV1, para antecipar futuras leis sobre limite de emissões. O EV1 não foi colocado à venda, estava disponível apenas por arrendamento limitado, e os "donos" são os podiam levar a concessionários autorizados. Quando as marcas americanas negociaram limites de emissões mais liberais, a GM interrompeu o programa, ordenou todos os arrendatários a devolver os carros e destrui-os, mesmo quando estes fizeram ofertas de compra.
Em 1980, a DeLorean ainda estava a tentar estabelecer-se no mercado americano. Para melhorar a sua image, fez uma promoção com a American Express para vender uma série limitada de 100 unidades, com a carroçaria coberta por ouro. Os carros custavam 85 mil dólares, equivalentes hoje a 267 mil (230 mil euros), por isso não foi surpresa quando foram vendidos apenas dois. Outro foi convertido pela fábrica e mais dois foram modificados para ficarem iguais.
A Volvo vai tornar a divisão Polestar a sua marca de modelos desportivos, começando com um híbrido, em 2019, e depois transformando todos em eléctricos. Mas nenhum vai ser vendido ao público. A Polestar vai ter um serviço de subscrição durante três anos, que inclui outros serviços adicionais bastante práticos. Vamos ver se funciona.
Em 2016, o importador britânico da Hyundai ofereceu aos seus clientes a oportunidade fazer tudo na internet. O programa chama-se Click to Buy e inclui configurar o carro, comprá-lo ou fazer um leasing e até fazer pagamentos. Tudo isto sem necessitar de qualquer concessionários como intermediário.
Em 2005, a Ferrari escolheu um grupo de clientes pré-seleccionados para os autorizar a comprar uma edição especial. O Ferrari FXX era uma versão do Enzo com motor de 800 cv, e só foram construídos 30, vendidos a preços de dois milhões de euros. Mas nenhum dos seus donos pôde levá-lo para casa. Em vez disso, os carros ficaram guardados no quartel-general da Ferrari e os proprietários tinham que ligar a perguntar se podiam andar neles. E ninguém reclamou.

Publicidade Continue a leitura a seguir

Comprar um carro novo é simples, certo? Tem alguma burocracia, mas o processo é transparente. Basta ir ao stand de automóveis, ver o nosso carro preferido, ver se gostamos, compramos, assinamos papéis e depois vamos para casa com ele. Mas alguns construtores resolveram encontrar maneiras alternativas de completar este processo, algumas delas de forma complicada, e com benefícios reduzidos para o cliente.