Aliás, não é por acaso que os próprios salões, outrora palco sagrado para os fabricantes fazerem as suas provas de força dos seus produtos, começam a perder exuberância. Pesando na balança os ganhos e perdas e confrontados com valores de presença exorbitantes exigidos pelas organizações dos salões, as marcas começaram já a repensar esta sua estratégia de comunicação. E este mesmo salão de Genebra, mesmo que se realizasse, já não iria contar com um relevante número de insígnias: Citroën, Ford, Jaguar, Lamborghini, Land Rover, Mini, Mitsubishi, Nissan, Opel, Peugeot, Subaru, Tesla e Volvo estariam ausentes.
Entendemos que no que diz respeito à comunicação com a imprensa, os construtores têm também de repensar o seu “modus operandi”.
Consideramos que os construtores têm de dar um passo em frente também no modo de comunicar, a favor de uma identidade corporativa que seja sustentavelmente coerente.