Estas ações da Nissan fazem parte dos títulos que a Renault colocou num “fundo fiduciário” em novembro do ano passado, quando os dois fabricantes automóveis “reequilibraram as suas participações cruzadas”, explica a Renault em comunicado.
A nota citada pela agência financeira Bloomberg esclarece que a posição de liquidez líquida da divisão automóvel da Renault melhorará com esta operação.
A venda implica, no entanto, uma menos-valia que afetará o resultado líquido da Renault no exercício fiscal de 2024 em cerca de 440 milhões de euros, prosseguiu o fabricante francês, explicitando que esta menos-valia “não terá qualquer efeito” nos resultados operacionais do grupo empresarial.