A Dodge quer dar um passo em frente no caminho da performance da marca para um futuro eletrificado, tendo revelado o Charger Daytona SRT, um concept “que reinventa o que pode ser um veículo elétrico alimentado a bateria (BEV)”, refere o construtor.
O Dodge Charger Daytona SRT Concept oferece uma visão do futuro elétrico da marca através de um veículo que se conduz como um Dodge, que tem a imagem de um Dodge e que soa como um Dodge.
O Charger Daytona SRT Concept de duas portas foi revelado no M1 Concourse em Pontiac, no Michigan.
Um novo sistema de propulsão impulsiona o Charger Daytona SRT Concept “com um desempenho que ultrapassa o do famoso motor SRT Hellcat da marca Dodge, acompanhado por um som de escape num BEV, uma estreia na indústria”, anuncia a marca.
ESTE CONCEPT É UM VISLUMBRE DO FUTURO E-MUSCLE DA DODGE.
O estilo exterior moderno do concept incorpora elementos subtis que fazem a ligação à herança Dodge, ao mesmo tempo que supera os objetivos aerodinâmicos. Os elementos de design interior ligam-se para criar uma experiência imersiva centrada no condutor através de sons, displays e elementos de iluminaçãoque podem ser alterados com o premir de um botão.
A alma do Charger Daytona SRT Concept está formada por três características, com patentes pendentes, que irão reescrever as regras do segmento BEV:
- R-Wing: uma característica de design aerodinâmico que faz a ligação entre o concept e o seu icónico homónimo Dodge Daytona
- Escape com câmara Fratzonic: Um escape para um veículo BEV, o primeiro da indústria, pode atingir 126 dB, fazendo-o tão audível como um Dodge com motor Hellcat
- eRupt: Transmissão multivelocidades para uma experiência eletromecânica que é genuinamente Dodge
“O Dodge Charger Daytona SRT Concept existe porque as suas prestações obrigaram-nos a fazê-lo”, disse Tim Kuniskis, diretor executivo da marca Dodge. “A Dodge é sinónimo de músculo, atitude e performance, a marca carrega essa herança nos seus ombros e aplica-a no segmento BEV através de um ‘concept’ pleno de inovações, novas patentes, e características de performance que encarnam o muscle car eletrificado de amanhã”.
O primeiro automóvel elétrico da marca não se chama Dodge Charger Daytona SRT Concept por coincidência, pois tal como o famoso modelo Charger Daytona que foi o primeiro veículo a exceder os 320 km/h numa pista NASCAR em 1970, o Charger Daytona SRT Concept oferece um desempenho de alto rendimento.
O sistema de propulsão Banshee de 800 V alimenta o Charger Daytona SRT Concept e permite um desempenho de elevado rendimento, fazendo com que o primeiro veículo elétrico da Dodge seja mais rápido do que um Hellcat em todas as medições-chave de alta performance. O sistema de tração às quatro rodas de série é fundamental para ultrapassar o desempenho do Hellcat, ao mesmo tempo que melhora as suas capacidades em todas as condições meteorológicas.
Transmissão multivelocidades eRupt
Ao contrário dos típicos veículos BEV, a transmissão multivelocidades eRupt da marca Dodge com passagens eletromecânicas proporciona pontos de mudança distintos
O Charger Daytona SRT Concept também dispõe de uma função “push-to-pass” designada PowerShot. Ativada pelo premir de um botão no volante, a PowerShot proporciona um impulso adicional de adrenalina através de uma maior potência para uma rápida explosão do poder de aceleração.
Enquanto a maioria dos BEV adotam os seus motores elétricos quase totalmente silenciosos, o Charger Daytona SRT Concept emite um rugido de 126 dB que é igual ao do SRT Hellcat, gerado através de um novo sistema de Escape com câmara Fratzonic, com patente pendente. O primeiro sistema de escape da indústria com câmara Fratzonic emite o seu inédito som de elevado desempenho através de uma câmara de amplificação e afinação localizada na parte traseira do veículo.
O emblema Fratzog de três pontas, originalmente colocado nos muscle cars da Dodge de 1962 a 1976, foi anteriormente utilizado sem qualquer significado ou contexto – até agora. O regresso do logótipo Fratzog representa o futuro eletrificado da Dodge e significa o compromisso da marca com a sua herança de performance, mas com uma nova tecnologia capaz de elevar a fasquia, muito além dos automóveis atuais.