Ni Amorim apresenta candidatura à FPAK

Ni Amorim apresentou a sua candidatura à presidência da FPAK (Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting) para o período de 2017 a 2020: “Vamos fazer o que não tem sido feito, cumprir o programa…”, começou por dizer, revelando também ter já agendada uma reunião com o Ministério da Administração Interna, no sentido de encontrar uma solução para diminuir os elevados encargos dos clubes com a segurança, designadamente os organizadores das provas de estrada: “Caso não seja vencedor das eleições, é evidente que passarei toda a informação recolhida ao futuro presidente da FPAK, porque estamos perante um problema de enorme importância para o automobilismo nacional e a nossa missão é defender os seus interesses”, garantiu Ni Amorim.

No programa de candidatura agora apresentado, e embora sem desvendar ainda todos os contornos, apontou, entre outras prioridades, a necessidade de uma “reforma na governação da FPAK, introduzindo um modelo de Direção reduzido ao essencial, tomando decisões com base nas propostas das futuras Comissões (Off-Road, Clássicos, Ralis, Velocidade, Slalom e Perícias, Montanha, Todo-o-Terreno, Karting, etc.) que vão ser criadas”. O karting será merecedor de uma atenção especial, mas não apenas na sua base. “Desenvolver programa ‘júnior’ [a partir do karting], de modo a que os jovens pilotos possam progredir num futuro que se deseja crescente, em qualidade e quantidade” será outra das apostas fortes da candidatura. O programa completo de governação e os nomes que integram a lista de Ni Amorim como candidato à presidência da FPAK serão dados a conhecer em breve num encontro, aberto à Comunicação Social, a agendar para Lisboa.

Desta forma, vão a votos os três candidatos já conhecidos, Manuel de Mello Breyner, atual Presidente da FPAK, Mex Machado dos Santos e agora Ni Amorim.

José Luis Abreu/Autosport