Aproxima-se o final de mais um ano e com ele surge mais uma leva de prémios relacionados com a indústria automóvel. Um dos mais cobiçados é o Volante de Ouro, que resulta dum concurso organizado pela revista alemã Auto Bild desde 1978 e que conta com os votos de entusiastas europeus de diversas revistas do Velho Continente.
Todos os anos são postos a concurso diversos automóveis que são avaliados por características como a segurança, condução, tecnologia e pela sua estética, não menos relevante numa época em que o padrão de beleza automóvel é cada vez mais difuso. O critério para a inclusão dos automóveis neste concurso é simples: têm de ter sido lançados nos últimos 12 meses e inserir-se numa das oito categorias delineadas, desde os citadinos aos SUV e híbridos.
Após a votação pública, os finalistas de cada categoria são colocados à prova pelos jurados do Reino Unido, Alemanha e França. Eis a lista de vencedores:
A nova geração do Mégane mereceu a maioria dos votos e também a preferência dos jurados, que valorizaram a sua competência dinâmica e tecnologia, em associação com imagem arrojada e interior mais evoluído.
Numa categoria em que a concorrência tem aumentado de forma rápida, o novo Audi Q2 destacou-se nesta edição, batendo rivais como o SEAT Ateca ou o Peugeot 3008, graças ao seu leque de elementos personalizáveis, condução e eficiência de motores.
O mais avançado dos SUV atualmente no mercado, graças ao seu motor elétrico de elevada capacidade, motor vanguardista e estética arrojada, saiu vencedor nesta classe, vencendo a concorrência de modelos como o Jaguar F-Pace ou o Skoda Kodiaq.
A berlna da marca britânica sobressaiu nesta categoria face a concorrentes de peso como o Volvo S90 ou o Alfa Romeo Giulia, granjeando elogios pela suavidade de condução e tecnologia incluída, se bem que neste campo também o Mercedes-Benz Classe E tenha muitos pontos neste campo.
O novo Audi A5 Coupé levou de vencida o galardão para o melhor desportivo, graças ao conjunto geral equilibrado. As linhas dinâmicas, o interior robusto, tecnologia, espaço a bordo e a experiência de condução marcaram mais pontos face a propostas como o BMW M2 ou o Porsche 718 Boxster.
O BMW i3 destacou-se pelo conjunto de eficiência e qualidade, em especial com a nova opção de bateria que alavanca uma maior autonomia. A performance e a dinâmica de suavidade fizeram-no destacar perante concorrentes como o Kia Niro ou o Hyundai IONIQ.
Regresso em grande da Alfa Romeo ao segmento das berlinas médias Premium. O novo Alfa cota-se como um rival à altura de BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Audi A4, mostrando competência dinâmica e, neste caso, uma elegância muito própria que lhe concede muitos pontos. Ou não fosse uma produção italiana.
A CEO da General Motors Company, Mary Barra, recebeu aquele que é visto como um género de ‘Óscar’ da indústria automóvel, merecendo esse galardão pelo seu trabalho na recuperação da GM e da Opel.
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