M. Francis Portela
M. Francis Portela
Investigador
A chegada de sistemas auxiliares à condução, como avisos de mudança de faixa, sensores de estacionamento e avisos de ângulo morto têm sido uma grande ajuda para muitos condutores, e de certeza que já o salvaram de alguns apuros que podiam custar-lhe a vida. No entanto, estes sistemas podem também ser uma dor de cabeça. E quando o acidente é inevitável, estes sensores podem fazer disparar o custo de uma reparação para o dobro do normal.
M. Francis Portela
M. Francis Portela
Investigador

Este é o resultado de um estudo feito pelo AAA, o principal clube automóvel dos Estados Unidos, equivalente ao nosso ACP, que usou como três automóveis novos, equipados com uma variedade de câmaras e sensores, que são representativos da maioria do parque automóvel americano, o SUV Nissan Rogue (X-Trail), a berlina familiar Toyota Camry e a pick-up Ford F-150 (o automóvel mais vendido na América do Norte).

Em caso de acidente, mesmo que não haja muitos danos no automóvel, os elementos que mais correm o risco de ficarem danificados são os para-choques e os espelhos retrovisores, precisamente os locais onde estão localizados muitos dos sensores que auxiliam a condução nos automóveis modernos. Numa colisão, estes precisam frequentemente de ser substituídos, e o custo final inclui não só o preço destas peças, mas também o trabalho adicional necessário para montá-los, um processo mais moroso que uma simples substituição de para-choques.

Surpreendentemente, o estudo também revelou que os para-brisas também são mais caros neste tipo de automóveis, pelo que caso seja necessário substituí-los, o valor da fatura aumenta. Além disso, a eletrónica poderá não funcionar bem depois da montagem, pelo que recalibrar os sensores para assegurar o seu funcionamento também conta no preço final.

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