Em primeiro lugar, o trilho reservado para o drive-thru é muitas vezes apertado, com pouco espaço para manobra, curvas apertadas ladeadas por passeios e com uma tendência para não deixar uma distância de segurança. Acrescente-se que muitos condutores já têm tendência para ficar nervosos em espaços apertados, e que muitas visitas às casas de comida rápida acontecem à noite, com menor visibilidade e quando o condutor está cansado. Um raspão da carroçaria ou uma mossa resultante de uma colisão no carro da frente pode representar um custo de reparação que é 10 a 20 vezes mais caro que a refeição que foi comprar.
Depois vem o tempo de espera. Em muitos casos, quando uma pessoa está à espera, geralmente deixa o motor ligado, podendo passar entre cinco e dez minutos desde a sua chegada à fila e a saída do drive-thru com a sua comida. Durante este tempo de espera, e assumindo que recorre a este tipo de alimentação uma ou duas vezes por semanas, pode aumentar o seu consumo médio de combustível em cinco a dez por cento por mês. Há também um perigo para a saúde, já que o normal é esperar sempre com a janela aberta, estando exposto aos gases de escape dos veículos à sua frente.
Finalmente, para aqueles que, em vez de dinheiro ou do multibanco, usam formas de pagamento através de um aplicativo de telemóvel, há o risco de serem multados em cada ocasião. Tecnicamente, enquanto mantém o motor ligado e o carro se desloca alguns centímetros por segundo, está sempre a conduzir, e para fazer pagamentos terá que manusear o telemóvel ao volante.
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