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Crónica de Nuno Cardoso: A união faz-se uma garfada de cada vez

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São tempos estranhos, estes. Por mais que, por vezes, se torne difícil descrever os dias de hoje, estranho é certamente um adjetivo plausível. Senão vejamos. Vivemos nos bolsos uns dos outros. Nunca partilhámos tanto, e nunca soubemos tão pouco uns sobre os outros. A era das redes sociais e dos smartphones trouxe as suas coisas positivas, como é óbvio, mas carrega às costas o peso deste paradoxo contemporâneo, o de estarmos aparentemente mais próximos, quando estamos, na verdade, mais isolados, comunicando através de um pequeno ecrã de vidro, apoiados em ginástica de dedos polegares e dialeto de emojis. A dinâmica […]

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