A ideia da companhia de Turim é replicar um pouco do ambiente da década de 1950, quando o 500 se tornou num ícone para o público italiano, permitindo que todos se deslocassem a custo contido no pós-guerra graças a um desenho simples, de fácil produção e de grande funcionalidade. A receita é repetida com o Concept Centoventi (120 em português), que é apontado pela Fiat como “a solução de mobilidade elétrica mais acessível do mercado e uma das poucas a apresentar uma autonomia realmente interessante para viagens longas fora da cidade”.
A este respeito, a personalização vai um passo mais longe e permite que o cliente escolha um pack de baterias que se adeque às suas necessidades, entre os 100 e os 500 quilómetros.
De resto, a Fiat propõe este modelo como uma ‘folha em branco’ que permite todo o tipo de personalização e especificidades: produzido numa única cor, pode ser ‘pintado’ pelo comprador utilizando o programa ‘4U’, com uma escolha de quatro tejadilhos, quatro para-choques, quatro cavas das rodas e quatro revestimentos exteriores. Também o interior pode ser configurado ao gosto do cliente, tanto em termos de acessórios, como de espaços para uma criação realmente única.
Construção em casa
A marca apela à imaginação e ao legado dos anos 1980, com o Panda à cabeça, corporizando o lema da Fiat de que ‘menos é mais’. Apenas seis elementos (para-choques, tejadilho em policarbonato, cores, painel de instrumentos, baterias e porta-bagagens digital) são instalados nos concessionários, havendo depois 114 acessórios especialmente desenhados pela Mopar, como o sistema de som, o tablier, os bancos ou os espaços de arrumação, que podem ser comprados e instalados em casa.
Uma impressora 3D também poderá servir para fazer acessórios como um porta-copos, prevendo uma nova geração de construção e negócio de automóveis.
Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.