A marca garante que esta transformação é “uma evolução que mantém a fidelidade àqueles valores fundamentais que estão no âmago da marca há quase 80 anos”, recordando o seu cunho de pioneirismo como sucedeu com o Willys-Overland, o primeiro veículo com tração 4×4, seguido em 1946 pelo Willys Wagon, precursor do conceito de Sport Utility Vehicle (SUV).
Estas novas versões híbridas Plug-in são equipadas com baterias que podem ser carregadas numa tomada externa, opção que permite a utilização de motores elétricos mais potentes, traduzindo-se numa autonomia elétrica de aproximadamente 50 quilómetros e cerca de 130 km/h de velocidade máxima tanto para o Renegade como para o Compass.
As baterias trabalham em sinergia com o novo motor turbo a gasolina 1.3 para uma potência balizada entre os 190 e 240 CV, para uma aceleração dos zero aos 100 km/h em aproximadamente 7 segundos. São conseguidos os mesmos valores – embora ainda a aguardar homologação – pelo primeiro Compass híbrido Plug-in. No Compass, a ação simultânea do motor de combustão interna (ICE) e do motor elétrico proporciona até 240 CV de potência máxima. As emissões de CO2 são inferiores a 50 g/km, de acordo com a marca.
O binário elétrico é apresentado pela Jeep como uma vantagem em condução também fora do asfalto para assim melhorar a tração em terrenos difíceis. Graças à nova tecnologia de tração integral elétrica (eAWD), a tração não é transmitida ao eixo traseiro através de um veio, mas sim através de um motor elétrico específico. Isto permite separar os dois eixos e controlar o binário de forma independente de um modo mais eficaz do que um sistema mecânico.
Ambos contam com painel de instrumentos específico e ecrã de infoentretenimento atualizado, de modo a apoiar o condutor com informação relativa à condução diária em modo híbrido.
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