Publicidade Continue a leitura a seguir

Carros com design ‘estragado’ pela matrícula à frente

Aston Martin DBS Superleggera
Aston Martin Vantage
Ferrari Enzo
Ferrari F50
Ferrari F50
Ferrari Portofino
Ferrari 488 Pista
Ferrari F40
Alfa Romeo 166
Honda NSX (2ª gen.)
Corvette Grand Sport Coupe
Lamborghini Urus
Honda NSX (1ª Gen.)
Ferrari LaFerrari
Ferrari LaFerrari
Ferrari LaFerrari
Alfa Romeo 147
Honda NSX Type R
Alfa Romeo Stelvio
Alfa Romeo Giulia
Mitsubishi Lancer Evolution X
McLaren 720S
McLaren 720S
Koenigsegg Agera R
Bugatti Chiron
Bugatti EB110 SS
Bugatti Veyron
Bugatti Veyron

Publicidade Continue a leitura a seguir

Um dos objetivos dos engenheiros das marcas automóveis e dos seus designers é, muitas vezes, criar linhas que consigam mostrar arrojo e dinamismo dos seus carros sem perturbar a aerodinâmica, elemento essencial para melhorar prestações e a eficiência, combinando ainda a fundamental vertente da segurança em caso de atropelamentos ou colisões com peões. Porém, depois, vem a matrícula e esse propósito pode ser ‘arruinado’.

São muitos os desafios no momento de conceber as linhas da secção dianteira de um carro, especialmente quando se trata de um superdesportivo: carga aerodinâmica condizente, fluidez de linhas, agressividade e arrefecimento eficaz da motorização, sem que exista uma interrupção de fluxo aerodinâmico.

Mas, em muitos países, a matrícula obrigatória afixada na dianteira acarreta um desafio suplementar, nalguns casos sem que exista sequer um local para a sua colocação.

Contudo, esta situação não é exclusiva dos carros desportivos, encontrando-se presente noutros modelos menos dispendiosos.