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Powerpack da Tesla dá independência energética às ilhas do Pacífico

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As nações localizadas no Oceano Pacífico são quase obrigadas a serem dependentes de fontes externas de energia. A sua localização remota, área habitável limitada e dificuldade de acesso a novas tecnologias têm deixado estes países e territórios isolados das novas evoluções tecnológicas na produção energética e do seu armazenamento. Mas isso está prestes a mudar, com a instalação de uma Powerpack da Tesla em Samoa.

A Solar City, divisão de produtos energéticos da Tesla, já tinha instalado uma das suas baterias Powerpack em Samoa Americana, um território não-incorporado administrado pelos Estados Unidos. Agora, foi feita a instalação de duas baterias em Apia, a principal das duas ilhas habitadas do arquipélago samoano. A principal, com 6 MW de capacidade, vai estar instalada na central elétrica de Fiaga, no centro da ilha, e a outra, de 2 MW, no aeroporto de Faleolo. Estas baterias vão contribuir para o fornecimento de energia em circunstâncias normais para o público, quando os painéis solares não estiverem a gerar eletricidade.

Atualmente, Samoa gera 48 por cento da sua eletricidade a partir de painéis solares, com uma capacidade máxima de 13 MW, mas 52 por cento ainda vêm da queima de gasóleo na central elétrica. Estas baterias garantem que o fornecimento de eletricidade ao público não sofre flutuações, como existia antes. As várias nações do Pacífico estão interessadas em acabar com a dependência em combustíveis fósseis para a produção de energia, já que as emissões de CO2 que contribuem para as alterações climatéricas afetam principalmente estas pequenas nações, fustigadas frequentemente por tufões e tsunamis. O arquipélago independente de Kiribati, onde a maior parte das ilhas não passa dos dois metros de altitude no ponto mais alto, corre o risco de desaparecer completamente, se o nível do oceano subir.