“Para nós não é um assunto tabu”, disse o economista de 63 anos, assumindo que isso pode acontecer, “se necessário”.
“Imagine que vários outros eventos têm ainda de ser cancelados e retomados muito mais tarde. Iremos até onde for necessário para manter os nossos campeonatos dignos desse nome. Se for preciso, iremos até janeiro de 2021”, garantiu.
Jorge Viegas disse ainda que se recusa “a dramatizar” por causa do coronavírus, mas não sabe “o que acontecerá no futuro”.
“Seguimos as indicações dos diversos governos e da Organização Mundial de Saúde. Reconhecemos que a disseminação do vírus tem de ser interrompida. Infelizmente, vive-se uma situação de pânico generalizado. E o pior perigo é a histeria coletiva”, anotou.
Com Lusa
