Nalguns casos, até percebemos o problema que estas 13 leis de trânsito estão a tentar resolver. Por exemplo, na Suécia, não se pode desligar os faróis enquanto o carro está a andar, o que faz sentido no inverno, quando os dias são curtos, mas não no verão, quando se está a gastar faróis para nada. A obrigação de circular com um alcoolímetro no porta-luvas parece draconiano, mas também tem o seu quê de responsável. E é perigoso deixarmos um veado atropelado morto no meio da estrada sem avisarmos ninguém, como é o caso da Finlândia.
Noutros casos, gostávamos de ouvir a justificação para a existência de algumas leis. Por exemplo, não faz qualquer sentido a proibição de conduzir um carro preto aos domingos, como o caso do Colorado. E ser molhado por um carro que passa por cima de uma poça de água é chato, mas será motivo para ser multado, no Japão? E quem achou que era uma boa ideia autorizar a polícia austríaca a usar o “olhómetro” para medir o excesso de velocidade em zonas urbanas?
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