A Tesla triplicou as suas vendas no mercado chinês o ano passado, e este ano lidera destacada as tabelas de mercado relativamente a automóveis elétricos, onde nenhuma rival, nem sequer as marcas chinesas, estão perto. Normalmente, as marcas estrangeiras têm que dividir os seus lucros com uma parceira chinesa, mas se a Gigafábrica for construída, a Tesla vai estar registada como única proprietária. Como contrapartida, os carros terão que continuar a pagar o imposto de importação de 25 por cento. Em todo o caso, uma empresa chinesa já é dona de cinco por cento da marca de Elon Musk.
Xangai não vai ser o único local onde Elon Musk quer construir Teslas para o mercado chinês. O empresário americano está interessado em instalar mais três unidades fabris no país asiático, que serão usadas não só para produzir automóveis mas também baterias.
