Uma equipa de engenheiros e designers, liderada por Aldo Brovarone, tinham como objectivo criar o automóvel de quatro lugares, mais aerodinâmico de sempre. A construção do protótipo iniciou-se poucos meses após a Pininfarina ter iniciado a construção do seu túnel de vento. Enquanto este não estava pronto, alguns engenheiros trabalharam nas instalações da Ferrari.
Inicialmente, o Cr25 pouco tinha de Ferrari, só com a chegada de alguns designers da marca italiana, é que começaram a dar forma a algo que se assemelhasse a um modelo da marca do cavallino rampante. Pois o segundo objectivo do protótipo, seria a sua exposição em vários salões espalhados pelo mundo.
Quando o protótipo chegou ao túnel de vento, este demonstrou alguns problemas técnicos, primeiro o sistema de controlo do túnel de vento avariou, posteriormente, foram vários os problemas eléctricos. Com a falta de tempo para o seu desenvolvimento, o projecto foi cancelado. No entanto, após algumas semanas, o projecto voltou ao activo, já com o túnel de vento a funcionar a cem por cento, mostrando excelente resultados, com o Cr25 a atingir um coeficiente aerodinâmico de 0.256, sendo daí que provem o nome.
Um dos grandes feitos deste automóvel, foi a integração dos pára-choques frontais, que respeitava as normas norte americanas, no seu desenho, não parecendo postos à posteriori, como era tradicional nos automóveis da época. Além disso, tinha também travões de ar, atrás das janelas laterais. O Ferrari Studio Cr25 foi mostrado ao público pela primeira vez no Salão Automóvel de Turim, em 1974, mantendo-se somente como protótipo.
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