/Os cinco melhores painéis de instrumentos dos “Muscle Cars” dos anos 60

Os cinco melhores painéis de instrumentos dos “Muscle Cars” dos anos 60

Os “Muscle Cars” são automóveis desenvolvidos para serem conduzidos o mais rápido possível, desse modo, a instrumentação tem de estar colocada numa zona que seja de fácil leitura, para o condutor não tirar os olhos da estrada ou pista. Seguem-se os cinco melhores painéis de instrumentos a era dourada dos “Muscle Cars”, os anos 60.

Chevrolet Corvette (1963-1967)

O Chevrolet Corvette da segunda geração, lançado em 1963, teve várias áreas de estudo, para ser melhorado em relação à primeira geração. Para além da suspensão e da distribuição de peso, a ergonomia foi levada a sério e com isso foi construído um painel de instrumentos, com várias informações, colocadas em pontos estratégicos, para ser fácil de as ler. Os maiores eram o conta-rotações e velocímetro, adicionando ainda mostradores para o amperímetro, pressão de óleo, combustível e temperatura da água.

Dodge Charger (1966-1967)

O painel de instrumentos do Dodge Charger de 1966 resumia-se a quatro grandes mostradores, que incorporava o velocímetro até às 150mph, um tacómetro até às 6000rpm, o amperímetro, temperatura da água, pressão do óleo e nível do combustível. Estes mostradores têm boa leitura, devido ao seu tamanho, e está equipado com iluminação eletroluminescente.

Mercury Cougar XR-7 (1967-1968)

O Mercury Cougar XR-7 era um modelo melhorado da gama Cougar, introduzido a meio de 1966. Vinha com equipamento melhorado, como a zona inferior do tablier em pele, vinil nos bancos da frente e traseiros, vários botões, duas luzes de leitura, luzes de aviso de avaria, bolsas para mapas, entre muitos outros. O painel de instrumentos foi baseado nos utilizados na competição, com velocímetro, tacómetro, pressão de óleo, combustível e amperímetro.

Pontiac Grand Prix (1969-1970)

Em 1967, os compradores do Pontiac Grand Prix tinham a opção de adicionar um painel de instrumentos idêntico ao do GTO e quando combinado com o pacote Rally, eram adicionados mostrados para as funções vitais do motor e tudo isto, sem o condutor tirar os olhos da estrada. Em 1969, o painel de instrumentos foi redesenhado, com inspiração na aviação, colocando três grandes mostrados e concentrando as informações neles.

Studebaker Avanti (1963-1964)

A Studebaker, era na época, a fabricante de automóveis mais antiga dos EUA. Em 1963 lançou um modelo que recriava um pouco os modelos europeus ao nível do design, com carroçaria em fibra de vidro e muitas outras características únicas. O interior seguiu a linhagem do exterior, com vários elementos retirados da aviação, como os botões e mostradores. Neste último incluía um velocímetro que ia até às 160mph, um tacómetro, amperímetro, pressão do óleo, temperatura da água, pressão no colector, nível do combustível e relógio. Tudo isto, era iluminado com uma luz vermelha nas traseiras dos mostradores.