Quando a Roménia fazia parte do bloco soviético, não era permitido importar bicicletas. Havia apenas uma marca, a Pegas que fazia bicicletas simples e práticas, e como nem toda a gente tinha dinheiro para comprar um carro, era o transporte preferido de muita gente. Mas a queda do Pacto de Varsóvia abriu a porta para a importação de produtos estrangeiros e as Pegas foram esquecidas como um símbolo antigo.

Tudo o que sai de moda acaba por voltar como forma de saudosismo. As bicicletas Pegas não são exceções e, depois de estar desaparecida por quase uma dúzia de anos, a marca foi ressuscitada por empresários locais. E as pessoas que se lembram de ter crescido com uma ficaram com saudades.

Os novos donos compreendem que o mercado mudou e que bicicletas rústicas de design antiquado não vão ser muito apelativas a uma nova geração. Assim, modernizaram os modelos antigos e criaram variantes para usos diferentes. Além das bicicletas urbanas e para crianças, também há Pegas para BTT, uso desportivo e até uma variante com motor elétrico, a E-Pegas.

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