Na Gleba, há uma estante com pães acabados de sair do forno, um balcão e o resto é a “fábrica” de Diogo Amorim. Servem as aspas para deixar logo claro que aqui o pão nada tem de industrial. O cheiro traduz isso mesmo e deve-se, em parte, à trituração dos cereais em mós de pedra, que estão nas traseiras da sala. A moagem era antiga, veio de uma aldeia perto de Leiria e foi, a pedido de Diogo, restaurada por um serralheiro. O jovem de 21 anos não era moleiro nem padeiro, até há pouco tempo. Natural de Gaia, viveu em Santa Maria da Feira e, aos 18, resolveu estudar numa prestigiada escola de cozinha, na Suíça. Passou pelo Vila […]
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