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Oliver Blume analisou o momento difícil do grupo, que conta com planos para despedir até cem mil pessoas e encerrar quatro fábricas. O próprio prefere outras ferramentas para cortar gorduras.

(Foto: CHRISTOF STACHE / AFP)

A Volkswagen precisa de cortar custos, mas quer evitar fechar fábricas.

A garantia é do CEO da Volkswagen, Oliver Blume. Num momento em que o grupo alemão passa por grandes dificuldades e tem planos para eliminar quatro fábricas e despedir até 100 mil trabalhadores, o responsável disse que “há soluções mais inteligentes do que fechar fábricas”, em declarações ao jornal alemão Sonntag.

Sediado em Wolfsburg, na Alemanha, o Grupo Volkswagen atravessa, a par de todo o setor automóvel europeu, uma fase crítica, pautada por uma redução nas vendas, que resulta do crescimento da competição chinesa. Empresas como a BYD, entre outras, fabricam carros elétricos de alta performance e a preços super competitivos, que deixam a Volkswagen e outras construtoras com problemas.

Assim sendo, o objetivo passa por tornar o negócio mais eficiente.

Ora, na semana passada, a Volkswagen fez saber que o “realinhamento fundamental” que teve lugar nos últimos três anos entrou numa nova fase, que vai envolver a redução da linha de modelos para até metade.

Ainda assim, os pormenores conhecidos são poucos, pelo que fica a dúvida sobre as decisões futuras. Recorde-se que o grupo detém marcas como Volkswagen, Audi, SEAT, Škoda, Bentley, Lamborghini e Porsche, entre outras.

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