Um corrida bastante acidentada, com apenas quatro voltas, consagrou ainda Daniel como vencedores Teixeira e Joaquim Santos (Seat Leon), na classe DSG.
Com o estónio Vaks fora de combate na sequência de um toque que forçou o jovem piloto a desistir, dados os estragos causados no Honda Civic, quando Gustavo Moura já estava fora da corrida, com a suspensão do Audi R3 LMS danificada, após ter sido abalroado por um adversário ainda na formação da pré-grelha, a amostragem da bandeira vermelha baralhou a situação.
Antes, já o safety car entrara em pista, quando, na 2.ª volta, o Seat Leon de Joaquim Santos teve um princípio de incêndio, na sequência de um toque com o Cupra e Manuel Sousa.
Na frente, Mora rodava na liderança, pressionado por Mattias Vahtel (Honda Civic); após a interrupção – aos 9m 42s dos 20 minutos previstos – a corrida não foi reatada. Motivo: impossibilidade de fazer cumprir o restante horário do European Le Mans Series (ELMS).
Geraram-se muitas dúvidas, mas os comissários desportivos decidiram, mais tarde, homologar a classificação.No último lugar do pódio terminou o russo Evgeniy Leonov (Cupra) que deu mostras de uma boa evolução, lamentando, no final, a curta duração da corrida…
No final, Francisco Mora confessou que «seria uma injustiça não ser o campeão, pois ganhei o maior número de corridas».
Caiu o pano sobre a edição do TCR Ibérico, mas para 2020 há já trabalho a ser feito e tudo aponta que surjam várias novidades em termos de calendário e de equipas participantes.
Classificações
DSG: 1ºs, Daniel Teixeira e Joaquim Santos, 118 pontos; 2º, Gabriela Correia, 40
Equipas: 1º, ALM Honda Racing, 193 pontos; 2º, Veloso Motorsport, 152; 3º, Bompiso Racing Team, 51.
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