Os airbags são um dos mais importantes contributos para a segurança rodoviária e algo que esperamos nunca precisar. E quem já passou pela experiência de um acidente mais grave de automóvel sabe que as bolsas salva-vidas são cruciais para minimizar as lesões que podem resultar de uma colisão, mas nem sempre sem ‘efeitos colaterais’…
Andrea Juarez é a prova viva disso mesmo. A condutora norte-americana, moradora em Dallas, no Texas, foi abalroada lateralmente quando conduzia o seu Nissan num cruzamento. O impacto violento fez disparar os airbags no interior do seu automóvel, o que impediu provavelmente ferimentos mais graves. Mas deixou marcas: uma fratura numa mão, uma contusão e um hematoma com o desenho do logótipo da Nissan no braço. A imagem no Twitter recebeu 163.000 reações no Twitter em menos de um dia.
O airbag do condutor está integrado no volante enquanto o do passageiro dianteiro situa-se em frente ao seu banco no revestimento do tablier que, quando acionado, rompe as costuras destinadas a esse fim. Se os sensores detetarem uma colisão acima de uma determinada velocidade acionam o gerador de gás pirotécnico do airbag, o qual enche a almofada de ar que dispara para fora do compartimento dedicado a velocidades de até 320 km/h.
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