Preparar a primeira prova do Mundial em piso de terra – México (12 a 15 de março) — é o objetivo revelado pela marca, mas a participação na prova organizada pela Demoporto é oportunidade soberana para desenvolver idêntico trabalho em relação ao Vodafone Rali de Portugal, cuja derradeira etapa tem como palco as classificativas de Fafe e de Felgueiras.
Para os construtores, trata-se de uma excelente forma de contornar a imitação em termos de dias de testes imposta pela atual regulamentação FIA.
Após uma estreia azarada pela Hyundai no Rali de Monte Carlo, em que foi protagonista de um despiste tão violento, quanto espetacular, Ott Tanak vai, decerto, travar duelo interessante com o colega de equipa Dani Sordo, vencedor m 2019 deste rali, embora ao volante de um i20 R5.
A presença do piloto de Torrelavega vai provocar, certamente, uma autêntica invasão espanhola às emblemáticas classificativas minhotas.
No entanto, e de acordo com as regras do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), os Concorrentes do FIA/WRC da categoria RC1 (Rally Cars 1 – WRC) serão admitidos nas provas do CPR não sendo elegíveis para a obtenção de pontos absolutos e/ou pontos extra, não figurando na classificação final do rali. Os tempos averbados não são, publicamente, anunciados.Entretanto, não se confirmaram, para já, os rumores quanto a uma eventual participação de outra marca envolvida no WRC nesta prova que apresenta um cartaz de luxo no arranque da temporada nacional de ralis.